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[quarta-feira, abril 13, 2005]

Mood:

Acabei de realizar uma péssima ação... mas não interessa dizer o que foi.

Bem, hoje é dia de poema ou poesia ou pensamento ou provérbio, conto e texto meu. Vamos começar pelo conto. Eu não vou colocá-lo por inteiro hoje, assim se alguém quiser ver o resto dele, é só passar por aqui terça-feira que vem. Certamente irão encontrá-lo neste humilde blog. Foi até Itchi que passou ele para mim :) Na realidade eu não sei quem é o autor, mas hoje mesmo pergunto sobre isso.

  • Conto

"A Esposa Eterna"
Este conto foi escrito entre 1994 e 1996.



"A Esposa Eterna" - Intro


All your hidden faces
your seven veils unfold
give me forbidden places
all your tales untold
give me ever and always
ever and always
body and soul

Heaven and a hope eternal
over your heart of gold
sun and sunset
burning in the flame you hold
ever and always
give me ever and always
body and soul

Yesterday
today
tomorrow
body and soul

Give me ever the years you wept inside when cold
all the sins and secrets never cried
all the dreams you kept and the tears you sold
give me
give me ever and always
ever and always
body and soul

your heart your mind your body and soul


“Body and Soul”, The Sisters of Mercy





"A Esposa Eterna" - I


Ele dormiu durante cinqüenta anos. Quando despertou do seu sono infeliz, reparou, assustado, que as unhas lhe tinham crescido tanto que pareciam garras encaracoladas, tão grandes que não podia agarrar nada com as mãos por causa delas, nem sequer podia segurar em qualquer coisa com que as cortar. Teria de pedir ajuda ao seu irmão Alex para o fazer.
Não tinha consciência do tempo em que estivera a dormir mas, pelo tamanho das unhas e dos cabelos que também tinham crescido, apercebeu-se de que se passaram alguns anos. Não podia acreditar que fossem tantos.
Durante esse sono tão longo, várias vezes acordou por instantes, mas recusou-se a enfrentar a vida que o esperava. Agora, no entanto, como por maldição, não conseguia adormecer de novo e foi forçado a levantar-se do caixão negro que lhe servia de cama.
As suas roupas estavam gastas e cheiravam a mofo. Sentia-se tão fraco que lhe custava andar, mas cambaleou pela cripta até à porta. Os degraus da pequena escada nunca tinham sido tão difíceis de subir.
Era de noite, o que ele percebeu logo porque o seu irmão não se encontrava na cripta, e pôde distinguir um fio de luz que iluminava os corredores. O irmão estava na sala que outrora recebia visitas, sentado num cadeirão, a ler, e mesmo de costas se apercebeu da chegada dele.
– Acordaste! – exclamou Alex, sem se voltar para trás, como se não lhe agradasse muito a presença do irmão. – Era melhor para ti que nunca mais acordasses! Ainda bem que não te podes ver ao espelho. Tenho-te observado ao longo destes cinqüenta anos e todos os dias o teu corpo fica mais horrendo…
– Meu Deus, eu dormi tanto tempo?! – pergunta ele, alarmado, e a sua própria voz o assustou, rouca como um trovão, como se a garganta lhe tivesse apodrecido. Então olhou para as mãos, à luz pálida das velas, e o choque foi tão brutal que ia caindo de joelhos: estavam mirradas e brancas como cal, ressequidas como uma árvore queimada!
O seu irmão voltou-se lentamente para ele, e logo o seu rosto se transformou num esgar de nojo ao vê-lo. Estava jovem e belo como dantes, Alex, não tinha envelhecido nada. Pelo contrário, ele apercebeu-se de que alguma coisa se passara no seu corpo enquanto dormia, alguma coisa imprevista.
– Rurik… – disse Alex, abanando a cabeça. – Devias ter morrido há muito tempo. Estás um monstro! Até eu tenho dificuldade em olhar-te! – e não escondia o seu desprezo pelo irmão que se deixou chegar àquele estado.
– Todo o meu corpo está assim? – pergunta Rurik, sem tirar os olhos daquelas mãos encolhidas, e de novo a sua voz o assustou porque parecia sair da profundeza de um túmulo. – Diz-me, meu irmão, diz-me o que aconteceu!
– Estiveste demasiado tempo deitado e agora estás seco como uma pedra. É o resultado da tua fraqueza. – explicou ao irmão, parado à frente dele mas mantendo uma certa distância comprometedora do seu desgosto. Preferia vê-lo morto! – Tu não foste feito para a nossa vida! Devias suicidar-te amanhã, nos raios de sol nascente! – disse-lhe com palavras duras, cheias de ódio, mas Rurik, habituado à brutalidade insensível do irmão, não se deixou magoar por aquelas palavras. Alex já não conseguia dizer nada que o magoasse, era como se falasse para uma parede.
– Eu não quero morrer! – replicou-lhe, para não ficar calado. – Não me importa o meu aspecto, mas não quero morrer.
– Às vezes, é melhor a morte do que estar vivo como tu estás! – afirmou Alex, e Rurik provocou-o na sua voz arrastada:
– Quem te dá a ti o direito de decidir isso?!
Alex não respondeu, como se o irmão fosse demasiado insignificante para ser ouvido, e preparou-se para sair, vestindo sobre os ombros a sua capa negra.
– Verás se não tenho razão!… Vou dar uma volta. Não suporto olhar para o nojo em que te tornaste! Se pudesses ver-te a ti próprio!… Pareces um desenterrado! Ninguém deixará que te aproximes. Nem eu.
– Estou assim tão mal? Não estarás a exagerar, como sempre? – pergunta Rurik, incrédulo, e tentou chegar perto do irmão, porque não acreditava que este lhe negasse um abraço se já não se viam há tanto tempo. Em vez disso, Alex desviou-se rudemente, com os olhos de gelo azul a brilharem de pavor, e como Rurik conseguiu dar mais um passo frágil na sua direção, Alex empurrou-o e fê-lo cair porque o outro mal se segurava nas pernas.
– Olha como tu estás! – condenou Alex, com um desprezo cada vez maior. Não suportava a fraqueza e o seu irmão estava fraco como qualquer mortal. Todos os mais fracos serviam para alimentar os mais fortes, e por isso devia haver uma certa tolerância para com eles, mas o seu irmão tinha a oportunidade de ser forte e desperdiçava-a. Não merecia outra coisa senão a morte, igual à dos mortais. – Pareces um esqueleto que anda! És uma abominação! Mesmo assim, vou tentar ajudar-te a recuperar e desta vez não me desiludas!
Ainda de rastos, perplexo com o empurrão, Rurik tomava consciência do seu estado, pois até o irmão, igualmente uma abominação, o considerava mais abominável!

Agora, Rurik tinha a certeza de que se tornara numa coisa insuportável para a vista humana, quando as pessoas que o olhavam à janela do castelo, ao pôr-do-sol, desatavam a fugir como se vissem o diabo. O seu irmão explicou-lhe que ele parecia um morto que se tinha levantado do túmulo, e Rurik foi obrigado a acreditar nisso.
Há muitos anos atrás, quando ele e o seu irmão herdaram o castelo e toda a terra em redor, tinha uma vida normal e sem preocupações mas não conseguia ser feliz sabendo que, mais tarde ou mais cedo, a morte viria buscá-lo. Alex, por outro lado, nunca pensava na morte e dedicava-se a desfrutar os prazeres que a sua fortuna lhe permitia, enquanto que Rurik, podendo gozar das mesmas delícias, vivia angustiado e perseguido pela idéia de que tudo era passageiro e em breve seria velho, adoeceria e morreria, pensamentos que não o deixavam apreciar a vida em toda a sua plenitude. É claro que tentava evitar essas meditações mórbidas que o entristeciam profundamente, e que desejava ser como o irmão, fresco e jovial, mas a sua alma não lhe permitia uma alegria que não fosse fingida.
Levado pelo pavor de morrer, começou a investigar todas as ciências ocultas e conheceu um feiticeiro que possuía um segredo contra a morte, segredo esse bastante conhecido mas rejeitado por todos os cristãos tementes a Deus. Bastava tomar um certo líquido que o bruxo guardava num frasquinho para nunca mais envelhecer nem morrer. Era o sangue de um vampiro e, quem o bebesse, tornar-se-ia um desses seres assassinos. Rurik não hesitou em tomá-lo, sem pensar duas vezes, pagando por ele uma fortuna que lhe permitiria fugir à morte, e o seu irmão seguiu-o, não por medo de morrer, mas pelo poder que a imortalidade lhe concedia. Afinal, uma pessoa imortal pode cometer todos os crimes sem pagar com a vida!
Como vampiros, precisavam de se alimentar de sangue humano ou então definhariam da maneira que Rurik agora definhava. Ele pensou, na sua inocência, que conquistar uma linda rapariga e beber o seu sangue era como o amor, bonito, encantador, uma comunhão de almas!, e no entanto, as raparigas fugiam, aterrorizadas. Tinha sido muito ingênuo por pensar que alguém aceitaria que um vampiro lhe bebesse o sangue como ato de amor. Mesmo quando lhes oferecia a hipótese de vida eterna, elas recusavam, chocadas, porque preferiam morrer, como era natural ao ser humano, do que viver assim. Rurik pensava que a vida era sempre melhor do que a morte, fosse em que condições fosse, e não as compreendia por mais que tentasse.
O irmão, na sua nova condição de vampiro, tratava de se alimentar, atacando violentamente as mulheres da vila, o que espalhou depressa o pânico entre as pessoas que temiam aproximar-se do castelo assim que caía a noite. Rurik não suportava o que o irmão andava a fazer àquelas desgraçadas, mas Alex ria-se dele e chamava-lhe fraco. Pois se ele tinha fome, ia deixar de se alimentar só porque elas não lhe permitiam que as mordesse?!
Na verdade, Rurik apercebeu-se, enquanto a fome o destruía lentamente e ficava cada vez mais pálido e fraco, de que a única maneira de se alimentar era praticando o que o seu irmão fazia às vítimas que apanhava. Rurik também podia fazê-lo, mas as lágrimas nos olhos de uma rapariga aterrorizada deixavam-no tão comovido que não era capaz. Cada vez mais feio e repelente, tornava-se difícil seduzir e encantar quem quer que fosse, enquanto o seu irmão, belo como sempre, seduzia algumas e forçava as outras, conforme lhe apetecia. Afinal, não era de estranhar, se ele toda a vida tinha tratado as mulheres com o maior desrespeito.
Completamente impune a qualquer castigo, Alex começou a ir longe demais, usando os seus poderes para roubar e matar, e Rurik compreendeu por fim até que ponto ia a maldade do seu irmão. Alex não tinha escrúpulos, nem precisava de ter medo. Matava as raparigas, bebendo-lhes o sangue todo até aparecerem na manhã seguinte brancas como a neve, já sem vida. Matava os homens que lhe faziam frente. Matava os ricos para lhes extorquir os bens. Alex tinha-se tornado num assassino e nem as censuras do irmão o conseguiam modificar. Foi aí que Rurik percebeu que o outro filho dos seus pais se podia considerar uma daquelas pessoas erradas a quem não se deve dar poder, mas agora era tarde.
Se Alex não fosse seu irmão, teria feito alguma coisa para impedi-lo, mas os laços de sangue e de família falaram mais alto. Por muito mau que se demonstrasse, era o seu único irmão, a sua única família. Como é que se pode lutar contra a afeição?
Depois de viver muito tempo na angústia, Rurik desistiu de fazer o que um vampiro devia fazer para se manter vivo. Os seus escrúpulos não lhe permitiam alimentar-se, correndo o risco de tirar a vida a alguém mesmo sem querer. O seu sonho era escapar da morte, e isso já tinha conseguido. Teria de se contentar com a sua vida eterna, mesmo que fosse uma vida solitária e infeliz.
Refugiou-se na cripta e dormiu, até que acordou naquele estado, tão repelente que as pessoas fugiam dele. Sabia que a solidão lhe estava reservada para todo o sempre. Quem é que conseguiria conter o medo, ao vê-lo, para trocar com ele apenas algumas palavras? Quem é que permitiria que ele se alimentasse, e estava cada vez mais fraco, tão fraco que mal conseguia andar?
Na vila, já se sabia que existia um monstro no castelo, uma abominação vinda do mundo dos mortos, um vampiro ainda mais terrível que o outro, um vampiro que nem parecia humano como o seu irmão, uma “coisa” completamente detestável! Alex contou-lhe isso com uma gargalhada nos lábios vermelhos e saudáveis:
– Dizem que és pior do que eu! Como são ignorantes, as pessoas, que nem sabem que não és capaz de fazer mal a uma mosca! Sim, o seu irmão desprezava-o, como sempre, e às vezes trazia-lhe um coração ensangüentado das suas vítimas para que Rurik o chupasse, como se levam ossos a um cão.
A princípio, Rurik não queria aceitar aquelas ofertas, cheio de nojo e de escrúpulos, mas lentamente foi cedendo, pela sua própria sobrevivência e pelo apelo do sangue que ainda escorria daquele coração recentemente arrancado. Deu por si a cravar as unhas no pedaço de vida e a levá-lo aos lábios ressequidos onde o sangue lhe escorreu como água na boca de quem tem sede.
– És nojento! – afirmou Alex, vendo o irmão prostrado no chão para onde ele lhe atirou a carne, a chupá-la sofregamente com o sangue a manchar-lhe a pele branca e seca. Era realmente assustador e repelente.
Culpado de fome, Rurik tinha vergonha do que fazia, e naqueles instantes arrependeu-se de desejar a vida eterna se não tinha coração para a alimentar. Que vida era aquela, agarrado aos restos de um ou uma inocente, chupando o sangue como um animal faminto? Valeria a pena viver para sempre, daquela maneira?
Refugiava-se na sua tristeza e naquele castelo de onde não se atrevia a sair a não ser ao pôr-do-sol, para passear um pouco pelo velho jardim abandonado, caminhando penosamente, e sabia que no seu coração havia a esperança odiosa de que o irmão lhe trouxesse de novo qualquer coisa para mitigar um pouco aquela fraqueza.
Eis que Alex descobrira outra maneira de se alimentar, muito mais “decente”. Havia prostitutas naquela vila, perto da estrada onde passavam muitos viajantes, e essas pobres não se importavam de aceitar o dinheiro de um vampiro em troca de uma dentada no pescoço. Era um negócio que Alex não desprezava, e elas preferiam muitas vezes ficar sem sangue do que perder mais um pouco da sua dignidade com um cliente mais banal.
Foi assim que Alex se lembrou de alimentar o seu irmão, até que ele adquirisse um aspecto mais humano e pudesse sair do castelo para procurar ele próprio as suas vítimas. Talvez Rurik se tornasse mais esperto, depois de matar a fome, e compreendesse que os escrúpulos só serviriam para se auto-destruir.
– Uma prostituta? – perguntou Rurik, com o seu ar cansado e desanimado, encostado à parede para não cair. – E há alguém que queira aproximar-se de mim?
Alex tinha-lhe apresentado a sua proposta mas duvidava também que esta resultasse sem recorrer à violência. No entanto, para não assustar o coraçãozinho sensível do seu irmão amortalhado na pele em que nascera, respondeu apenas:
– Ela não se importará, se lhe pagarmos.
Por momentos, Rurik quis acreditar que isso era verdade porque precisava de se alimentar, e a idéia pareceu-lhe excelente e esperançosa.

[continua]
  • Pensamentos

Bem, eu nunca ouvi essa frase de pessoa alguma, por isso direi que eu a criei, mas se encontrarem provas de que não fui eu, certamente colocarei o nome da cidadã(ão) aqui. Antes eu vou explicar o que andei pensando antes de reformular. Tive uma criação baseada o respeito entre seres humanos, por isso vou um pouco de encontro ao que nossa querida cultura nos apresenta. Eu falei em reformular por que a minha criação dizia o seguinte: É preferível não tomar parte da vida dos outros, pois nunca se sabe quando o problema de terceiros irão desabar sobre nossas costas.

Eu cresci ouvindo isso de meus avós, os quais são as pessoas que mais estimo. Eu resolvi reformular por que há várias maneiras de distorcer o que eles queriam dizer com aquilo. Então, é muito comum ouvirem de mim algo do tipo: O que eu não ouvir, não poderei repetir.

  • Texto meu

Bem.... isso fica para mais tarde.



por Aline Machado * 7:51 AM

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(2) Comentários

[terça-feira, abril 12, 2005]

Mood:
Que dia da semana é hoje mesmo? Terça-feira? Não, pra mim ainda é segunda, por isso vou obedecer a agendinha que mostrei ontem. Andei ouvindo um cd muito bom do Leaves' eyes. O álbum se chama Lovelorn e dentre todas as músicas as que mais gostei foi For Amelie, e é ela mesma que deixo por aqui.


For Amelie

Why don't you feel me
Why can't I hold your hand
(You) never said that you'd leave me
and I know you are somewhere
I held you up
Every time you were down
Your crying stopped
When I was around...but...

Why don't you love me?
Enough to stay with me
Now tell me truly
Was it there in your heart too?
All that I'm left with
Is a dream of me and you

You filled my soul
With your beauty and with hope
We're different although
We were just like water in sand

Why dont you feel me
Why cant I hold your hand
You never said that you'd leave me
And I know you are somewhere

I held you close
When you fell to the ground
And now you've torn all my hope apart
You could have said good-bye



Por Amelie (tradução)

Por que você não me sente
Por que não posso segurar sua mão
Você nunca disse que me deixaria
E eu sei que você está em algum lugar

Eu coloquei você pra cima
Toda vez que você estava mal
Seu pranto parava
Quando eu estava por perto...mas...

Por que você não me ama
O bastante pra ficar comigo
Agora me diga sinceramente
Isso estava lá no seu coração também?
Tudo o que levo comigo
É um sonho meu e seu

Você preenchia minha alma
Com sua beleza e com esperança
Sobretudo somos diferentes
Assim como água e areia

Por que você não me sente
Por que não posso segurar sua mão
Você nunca disse que me deixaria
E eu sei que você está em algum lugar

Eu segurava você bem forte
Quando você caía no chão
E agora você destruiu toda a minha esperança
Você poderia ter dito adeus

O texto de hoje foi Itchi quem me mostrou há algus meses, como achei pertinente resolvi mostrá-lo. Ele se chama E para onde vai nossa vida virtual??? Sua autoria é desconhecida, mas vale a pena dar uma olhada.

E para onde vai nossa vida virtual???

Esse negócio de Orkut, MSN, Blog, Fotolog, Homepage e todas essas manias que se encontra na internet, são uma febre incontrolável e toma bastante meu tempo. O que é terrível, pois só aumenta o meu tédio. Estou afim mesmo é de jogar esse PC pela janela e tentar ter uma vida não tanto virtual. Não com tantas pessoas e interações virtuais. Tentar ter uma vida com pessoas e momentos reais está se fazendo muito necessário para mim. Cansei de Megabytes, Gigabytes e Vidabytes, Downloads e Uploads, Down moments e Up moments. De ver o mundo em Megapixels emoldurado em algumas polegadas e apenas conseguir conversar com as pessoas através de meus dedos que não conseguem falar nada além de palavras mudas. Tudo se passando na velocidade da luz e ainda parecer uma eternidade. Preciso de sentimentos mais reais. Preciso sentir mais (será?), e eu continuo aqui sentado. E o pior é que apesar de estar de saco cheio disso tudo, eu não consigo sair dessa cadeira. Então eu apenas idealizo minha vida real até onde consigo imaginar a realidade se é que a realidade é possível de se imaginar!

Ontem eu não expliquei que tipo de desenho eu recomendaria, mas o farei agora. Eu estava falando sobre desenhos em geral... animes, desenhos da Hanna-barbera, da cartoon network, nickelondeon e etc. O escolhido foi um anime que talvez nem todo mundo tenha visto, até porque só foi exibido em canal fechado, ele se chama Birdy the Might. É sobre uma policial intergaláctica chamada Birdy que enquanto perseguia uma fora da lei interestelar Geega, mata um jovem garoto de 17 anos chamado Tsutumo Senkawa acidentalmente. Tsutomo estava a caminho de sua casa depois de uma sessão de estudos quado Geega se esbarra com ele e o empurra para cima de Birdy. Sem perceber que não é Geega e sim o adolecente, Birdy descarrega uma carga elétrica letal em Tsutomo. Como resultado de sua ação ela é forçada a fundir seu corpo ao dele para poder sustentar sua vida.Na manhã seguinte Tsutomo acorda atrasado para seu exame de admissão na universidade. Em seu caminho para o local da prova ele percebe que não se lembra de nada que aconteceu na noite anterior. Durante o exame Tsutomo fica com problema de concentração e começa a notar que sua mão está escrevendo sozinha. Na realidade é Birdy que o está ajudando sem ele saber.
Em sua volta para casa Geega o encontra e começa a questionar sobre a noite anterior, vendo aquela situação Bordy toma o controle completo do corpo de Tsutomo e faz uma transforamaçao física de Tsutomo para Birdy, o que deixa Geega completamente surpreza. Quando tudo foi esclarecido para Tsutomo não resta nenhuma outra opção a não ser aceitar o novo fato. No entanto ele se vê em vários momentos em que ajuda a policial Birdy em suas missões.
O engraçado é que um pode ouvir o outro falar dentro de si mesmo, mas nenhum perde suas habilidades normais por causa dessa união. Em situações de muito perigo Tsutomo se transforma em Birdy e depois retona ao estado inicial para que o rapaz retome seu contidiano.





por Aline Machado * 5:05 AM

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[domingo, abril 10, 2005]

Mood:

Oi mamãe!!!! Desculpa ter sumido durante todos esses meses... é isso mesmo. Estou viva!!! Eu só voltei para casa por que fiquei com saudades do sapinho de pelúcia, eu vim pegá-lo e já estou voltando para o esquecimento. Não se preocupe, estou muito feliz aqui no meu diretório. Fui!

É isso aí pessoal, decidi toma vergonha na cara pela milésima vez e voltar a postar no meu querido Diretório do Esquecimento. Vou começar por algo que acabei de encontrar perdida em meu caderno e que gostei muito. Esta é de autoria de Antônio de Navarro, e tem muito haver comigo.

Coração Insone

Quebrou-se aqui o ceptro
e o teu escudo. Resta
a calma e o espectro
do teu vulto errando na floresta
que te embalara...
Governas a solidão
qe já te doara
a repousada calma
a secar o coração.

Itchi, estou de volta, e prometo que não irá precisar mais de cobrar os posts; Carlos, eu não posso postar em seu blog, mas você pode no meu; Jhós, esqueça o dia 31 de dezembro de 2004 e o dia 1º de janeiro de 2005; Pedro, eu amo você, pequeno; Cary, eu amo muito muito você, amarelinha; Thiago S. obrigada por esses dias que passaram; Giovanni R. , valeu o alô; Thiago N. (Line), toma conta de mim! ; Karla, ontem foi maravilhoso, eu não vou me esquecer; Veruska, as aparências enganam, mas mesmo assim eu vou tentar não faltar a nenhum jogo de futebol; Milla, olha lá pra não ficar maior que eu; Patinha, vamos para Jacuípe com o pessoal! ; Deraldo, espero que ao menos este post você leia; Edgar, meu grande, que tal me acompanhar nas subidas de umas certas escadas morbidas todas as terças e quintas?

É isso aí, eu voltei virada no estopô, espero que todos os meus amigos, tanto os que foram citados acima, quanto os que fazem questão de não terem seus nomes mencioados aqui (amo eles demais) se divirtam com a 2ª temporada de O meu, O seu... Diretório do Esquecimento!!!

Vou tentar arrumar uma agendinha virtual dos

nossos intinerários durante a semana.

  • Segunda: Letras de música, indicação de bons textos (geral) e indicação de desenho
  • Terça: Poemas e contos
  • Quarta: Textos de minha autoria
  • Quinta: Ilustrações especialmente selecionadas
  • Sexta: Pequenas charges
  • Sábado: Talvez eu nem dê as caras por aqui, mas aos sábados... que tal uma lista de eventos que irão ocorrer aqui e SSA?
  • Domingo: Queira Deus que eu acorde!!!

Bem, That's All Folks!!!



por Aline Machado * 5:55 PM

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